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16 junho, 2010

Renascer

Renascer
Letra: João Lenjob
Melodia: João Lenjob

Interpretação: João Lenjob

Ele:
Se tu não sabes
O que existe dentro de mim
Que eu possa te dizer.

Ela:
Eu sei que chorei tanto
Provei do teu encanto
És tudo para mim.

Ele:
Embacei meu olhar quando te vi

Ela:
Comecei a voar depois que te conheci

Ele:
E cada vez que chegas
Meu coração não para.

Ela: E quando tu chegas
Meu corpo todo se dispara.

Ele:
Eu encaro o teu amor
Tu és o meu poder.

Ela:
És meu mundo, minha cor
Quero te ver.

Os Dois:
Iremos amanhecer, viver
E quando anoitecer
O presente a lua
Céu estrelado
E a nossa companhia
Sorriso mutuo até o renascer.


Castelo do Poeta

Abracadabra

Abracadabra
Letra: João Lenjob
Melodia: Vinícius Inácio

Interpretação: Vinícius Inácio

Não morro sem ver um abracadabra
Trazendo pro morro, harmonia
No samba do morro da ventania.

Não morro sem ver um abracadabra
Trazendo pro morro, harmonia
No samba do morro da ventania.

É dia de sonho no morro da ventania
Abracadabra, amor
Abra espaço pra harmonia, poesia
Um tanto de felicidade, que dia!

Não morro sem ver um abracadabra
Trazendo pro morro, harmonia
No samba do morro da ventania.

Não morro sem ver um abracadabra
Trazendo pro morro, harmonia
No samba do morro da ventania.

Será um sonho de dia?
Samba e magia
Samba e magia, não morro.

É samba no morro, ventania
No dia do não me queira
No dia do não me queira
Deixe um pouco de samba
Deixe um pouco de samba.

Não morro sem ver um abracadabra
Trazendo pro morro, harmonia
No samba do morro da ventania.


Castelo do Poeta

Mesa Farta

Mesa Farta
Letra: Djaíla Martins
Melodia: João Lenjob

Interpretação: João Lenjob, Max Muniz, Laz e Luiz Fernando Gervásio

Leite na lata
A caminho do taxo
Biscoito de nata
Assado na brasa
Brevidade, broa, ambrosia
Rosca recheada de alegria
Goiabada com queijo
Doce de leite na palha
Tabuleiros do desejo
No xadrez da mesa farta.

Me Desenha

Me Desenha
Letra: João Lenjob
Melodia: João Lenjob

Interpretação: João Lenjob

Me desenha uma senha
Um poema, que pena o dilema
No esquema o peito meu.

Venha, contenha um tema
Sem lema, emblema
E queima o peito meu.

Tenha, resenha, empenha
Revenha, retenha
E crema o peito meu.

Ah para aqui, para aqui, para aqui!
Pode ir, pode ir pode ir!
fica aqui perto de mim
Preencha o meu amor.


Castelo do Poeta