14 janeiro, 2006

Carta ao Tom


Amigos, me senti como se eu estivesse chegando com esta carta. Emocionante a visualização, o fato de estar ali onde entrava e saía o Mestre Jobim. Por onde entrou diversas vezes Vinícius. Este foi o momento mais especial da viagem. O mais curioso é que eu fiquei hospedado nesta mesma rua. Embora não tenha feito nenhuma música e nem trabalhado alguma poesia, me senti mais poeta, mais compositor, mais brasileiro, enfim, mais João. Aproveito esta postagem para agradecer a Marina Lage pela estadia, Ao Sérgia e Antônia pela atenção e a Kiko, Thomaz, Carol e Clara pela viagem e companhoa.

Quem tiver disponível estes dias, não deixem de dar uma olhada na “Campanha de Popularização do Teatro” aqui em Beagá. Esta semana eu assisti ao espetáculo “Amadora” no Teatro da Maçonaria e galera, que orgulho ver como brilha, como é talentosa a minha divina amiga Ana Nery, que por sinal tem seu tempero no meu livro. Valeu amigos! Vocês terão muito espaço pra comentar.

João Lenjob
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Carta ao Tom 74
Toquinho e Vinicius de Moraes
Rua Nascimento Silva 107
Você ensinando pra Eliseth
As canções de canção do amor demais
Lembra que tempo feliz ah que saudade!
Ipanema era só felicidade
Era como se o amor doesse em paz

Nossa famosa garota nem sabia
A que ponto a cidade turvaria
Esse rio de amor que se perdeu
Mesmo a tristeza da gente era mais bela
E além disso se via da janela
Um cantinho de céu e o Redentor

É meu amigo só resta uma certeza
É preciso acabar com essa tristeza
É preciso inventar de novo o amor

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