27 junho, 2011

Sônia, Abraço Meu, O Sentimento, Poesia Lida, O Amor Tão Teu, Qual Meio e A Caminhada (2.142)

Sônia
João Lenjob

Sônia, eu apurei os sentimentos
Compreendendo todos os momentos
Como o grande amor de um acalento.

Sônia, conheci assim o seu sorriso
Fiz no meu peito mais o paraíso
Com a aprendizagem de um juízo.

Sônia, a vejo sempre preciosa
Com a afinidade mais formosa
E a doçura tão generosa.

Sônia, hoje o que sei é da saudade
Do que tanto penso e é de verdade
Da eterna e rica, tão nossa felicidade.

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Abraço Meu
João Lenjob

Hoje sinto-me abençoado
Em t^-la em vida encontrado
De um sorriso eu ter lido
E do teu beijo tão vivido.

Sinto-me até equilibrado
Do amor todo jorrado
Por sua alegria ter sentido
E a sua vida possuído.

Sinto-me seu verso ser rimado
O seu destino eu ter acelerado
A sua solidão ter preenchido
E o abraço meu ter se dividido.

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O Sentimento
João Lenjob

O sentimento parece a minha casa
Mesmo que tão frio ou tanta brasa
Pode ser alimentado assim no prato
Pois mesmo não feito eu sempre trato.

Com sentimento sou a forma pura
Com jogo de cabeça ou jogo na cintura
Caminho com a forma de mãos dadas
Que as confusões não sejam esperadas.

O sentimento é arrimo que colhi di passado
Se não serei por ele tão menosprezado
Então tenho o sentimento de nobre jeito
E faço bem pra ele aqui dentro do peito.

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Poesia Lida
João Lenjob

Eu tenho tantos pedidos
Pois de amor ando perdido
Pela falta de despedida
E como assim maltrata a vida.

O meui amor fora cedido
Por isso sou tão agradecido
A alma que não será mais encardida
Mas minha razão talvez envaidecida.

Fiz-me tão comprometido
E até me inferi muito querido
A minha poesia fora tão vivida
E nem sei dizer se será lida.

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O Amor Tão Teu
João Lenjob

Penso no teu santo
Fico no meu canto
A te esperar
A te soletrar.

Penso no teu jeito
Penso ter refeito
Todo o meu amor
Como se favor.

Como o amor tão teu
E o teu peito todo meu.

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Qual Meio
João Lenjob

O que restou era fidalgo
De ainda não sei o que
E também de onde veio.

Hoje não sei o que galgo
Se existe algum por que
Ou se resulta de um semeio.

Se o que sinto hoje fraudo
Ainda não sei porque
E também de qual o meio.

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A Caminhada
João Lenjob

Hoje brinquei com poesia
Sem créditos, sem heresia
Com notícias avançadas
Das alegrias justificadas.

Hoje joguei coração acima
E escrevi tudo com rima
Minha alma tão alternada
E minha palma imaginada.

Hoje brinquei com o universo
Na construção dezesseis versos
Com letras fiz a caminhada
Para vida mais musicalizada.

Sete poemas com muita alegria
Sete sorrisos com a magia
O amor na forma paralisada
E a conclusão tão alcançada.

Pessoas, todos bem? Bom, desculpem a demora pelo excesso de funções que tenho trabalhado e castelado. Textos tenho mas não tenho tido é tempo. Bom, para a minha volta Sete Poemas com palavras semelhantes e todos rimados e metrificados. São de fato poesias. Uma delas pro projeto Mulheres de Lenjob com a querida Sônia Campello. Lembro que a inspiração foi dividida com a minha eterna Sônia Santana, que produziu meu livro, que foi minha Orientadora, Revisora e Coordenadora deste projeto, que me ensinou a Literatura e que cuida de mim lá de cima. De fato duas mães hoje. Comentem. Não deixem também de passear pelo Castelo e conferir todas as novidades culturais do Brasil. Continuem comprando meu livro O Cavalo Livre de Tróia enviando o email para contatolivredetroia@yahoo.com.br. Abraços!!!

João Lenjob
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29 maio, 2011

Mariel, Sorrindo Coração, Poesia Renascida, Arranha-Céu, Alguma Solução, E Bem Também, Ainda Que Desiste, Marco Ponto (2.135)

Mariel
João Lenjob

Como é tão belo o céu
Tão dançarino doce mel
Como escrevo a ternura num papel
E deixo um mundo todo Mariel.

Quero dançar no céu com você Mariel
E a posia vida Mariel, neste papel
Que sirva ao mundo a beleza, Mariel
Que cubra o olhar com o seu mel Mariel.

Tão simplesmente expressiva, Mariel
E levemente o amor profundo Mariel
Como baila no meu mundo Mariel
Sua primavera tão cativa, Mariel.

Música e Teatro no Castelo do Poeta
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Sorrindo Coração
João Lenjob

Eu quero ver você
Quero um pedaço de mim
Que dentro de você
Sorrindo no seu coração.

Eu vou sentir você
Sempre dentro de mim
E vai sentir você
Sorrindo no meu coração.

E que no abraço sincero, alegre e eterno
Que no meu verso tão nobre, gentil e tão terno
Que se finda num beijo que é poesia
Terminando num jeito que é nossa magia
E assim nós nascemos, vivemos, amamos
Só eu e você.

Cinema e Turismo
no Castelo do Poeta
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Poesia Renascida
João Lenjob

A poesia renasceu
Mais precisamente bela
E com versos mais intensos
Com saudosa ternura
E horizontes mais divinos
Com um jeito dançarino
Como fez feliz o meu destino
Meu rosto novo de menino
Menino da nova poesia, menina
Que tão nobre me ilumina
Amavelmente me ensina
A poesia renascida
Rebrotada e por mim vivida.

Esportes e Literatura no
no Castelo do Poeta
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Arranha-Céu
João Lenjob

Turbulência, multidão
Alguns seus guardas de plantão
Com a tamanha dissolvida geração
Distribuída, dilacerada emoção
Ou ada tão completa e rica a lotação
Que cortam as pessoas que se formam em paredão
Arranha-céu, arranha a rua e arranha coração.

Fotografia e Artesanato no
no Castelo do Poeta
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Alguma Solução
João Lenjob

E quando chega o medo das pessoas
Da tristeza, alegria das coisas boas
Quando enfim o pensamento voa
E o amor no peito gentilmente ecoa
Tão diferente bate o coração
Tão solvente é a indefinida sensação
Que faz poesia vida ou qualquer canção
Mas quiçá terá um dia alguma solução.

Dança e Educação no
no Castelo do Poeta
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E Bem Também
João Lenjob

Eu sou alguém
Que dá bom-dia na esquina
E que só anda discreto
Mas tem gente falando mal
Mas juro que bem também.

Moda e Saúde no
no Castelo do Poeta
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Ainda Que Desiste
João Lenjob

Sei que estais confusa
E não é de amor
Sei que te misturas
E o sentimento chegará
Sei que tens saudades
E eu também
Do amor e de nós
Que ainda nem vivemos
Mas existe ainda que distante
Ou talvez segredo
Mistério dançante
Com poesia tão triste
De pensamento bailante
E um destino sem fim.

Artes Plásticas e Declamações no
no Castelo do Poeta
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Marco Ponto
João Lenjob

Eu vou pro céu
Eu vou pro mar
Fico no papel
Ou em qualquer lugar
Eu vou alado
Amante e amado
Eu voui pra um canto
Mas marco ponto
E eu faço planos
Me acho em não enganos
E até procuro os arrependimentos
Busco em todos os sentimentos
Mas não sei encontrar
Existindo não consigo achar
Somente um amor.

Pessoas, o primeiro poema é um retorno ao Mulheres de Lenjob com o poema inspirado na doce dançarina e amiga Mariel, que se encontra nesta foto, infelizmente desfocada comigo. Gostei tanto deste poema que até musiquei. Em seguida alguns poemas interessantes também inspirados em pessoas importantes. Não deixem de visitar o Castelo do Poeta e acompanhar tudo sobre a nossa cultura. Para quem quer comprar um presente de aniversário, me prestigie comprando o meu livro o Cavalo Livre de Tróia enviando um e-mail para contatolivredetroia@yahoo.com.br
Atenciosamente,

João Lenjob
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24 maio, 2011

Tio Nonô

É com muita dor qu entro novamente em Luto através deste meu espaço pela irreperável dor da perda do já inesquecível Tio Nonô, lá de minha estimada Nova Era.
Com um humor expressivo, sei que fará muita falta entre nós, mas certamente deixará o lugar onde agora está mais divertido.
Deixo aqui, em nome de todos de minha casa, os votos de sentimentos à esposa Jaqueline e aos filhos Alexandre, Augusto, Samuel e Luiza.

Vá com Deus Tio Dan!!!!

João Lenjob

04 abril, 2011

Perda Sem Destino, Prole dos Sorrisos, Amor Completo, Nem Nunca, Na Minha Esquina, Meu Nome é João e Tudo em Você (2.127)

Perda Sem Destino
João Lenjob

Sem segredos
Sem destino
Sem despedidas
Amores, com todas as dores
E mesmo com todas as flores, cores
Ser feliz
Desprender-se em vida
Aprender a viver
Ensinar a amar
E também perder
Perda sem segredo
Amor sem destino
Vida sem despedida.

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Prole dos Sorrisos
João Lenjob

Não quero mais ver-te sofrer
Quero o teu sorriso sincero
E um sentimento que só meu
Quero que peças poesia
E que seja sempre minha
Para o amor acontecer
Quero então casar-me contigo
Ter a prole dos sorrisos
E me abastecer.

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Amor Completo
João Lenjob

A saudo em fotografia
En beleza com harmonia
Também em áudio-visual
E quando a vejo sentindo
Atuando, declamando, encenando
Sinto junto e levo comigo o coração
Pensamento e emoção
Do amor completo de um poeta
E o talento completo de uma atriz.

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Nem Nunca
João Lenjob

Você me abandonou
E eu não
Nem nunca terminei
Nem nunca hei de pensar
Tem comigo o coração aberto
Até crescido e coberto
De seu sentimento repleto
Mas nem nunca saberá
Talvez nem nunca ha de usar
E esta chance eu não tive
Eu não
Eu não.

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Na Minha Esquina
João Lenjob

Eu fico na esquina
E escolho amigos
Caem amigos
Na tal esquina
Que chove melodia
E poesia, chova Elis
Tempestade de Beatles
Na minha esquina
Na sagrada Teresa
Em tantas esquinas
Com flores tão santas
Magias são tantas
Na minha esquina.

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Meu Nome é João
João Lenjob

Ofereci a minha mão
Você disse não
Eu ofereci o meu pé então
Você me chamou de José
E o meu nome é João
Lhe dei o meu coração
E você veio com negação
Lhe dediquei uma paixão em canção
Você veio com a tamanha, complicação
E com a tamanha falta de educação
Eu sofri por emoção
E você dispensou toda a minha atenção
Você me chamou de José
E o meu nome é João.

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Tudo em Você
João Lenjob

E tudo em você
Agrada e me orienta
Seduz e relata
O amor pra escrever
E tudo em você
Parece tão eterno
E eu escolhi
Um jeito verdadeiro de sentir
Um jeito de me ter, me possuir
Divindo o amor
Encarregando a vida e ser feliz.

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Pessoas, todos bem? Bom, na foto comigo um grande ídolo, o Lô Borges, músico mineiro do Clube da Esquina, em evento no Godofredo Bar. Mais sete poemas, comemorando meu aniversário e espero que gostem. Não deixem de ir ao Castelo do Poeta ver as novidades e assistirem às declamações artísticas de Verso Liso. Adicionem o twitter @lenjob
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28 março, 2011

Eu Que Sei o Que é Ter Um Amor, Pé na Esquina, E Ver-te Feliz, Com Todo Empenho, O Queiras, Tempos Instrumentos (2.120)

Eu Que Sei o Que é Ter Um Amor
João Lenjob

Eu que sei o que é ter um amor
E tambem sei o que é perder um amor
E ficar com a lembrança gostosa do odor
Só sobrando do encanto a ferida e a dor
Eu que sei muito bem o que é ter um amor
Tanto sei demonstrar como sou trovador
Sei que nunca serei cantador, cantor
Sei que nunca sentido fará o que eu compor
Mas conheço tão bem o sabor
Do que é ter um verdadeiro amor.

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Pé de Esquina
João Lenjob

Nunca escreveram meu nome
E talvez jamais eu tenha um passado
Passado tempo que nunca passou
Nem biblioteca, livro ou escultura
Busto, letra, jornal ou sepultura
Eu nunca tive um nome
Apenas a certeza de ter nascido
Ou quiçá vivido
Aqui, lá, acolá
Nem certo teve ao menos lugar
Nem em pensamento ou coração
Um pé de esquina ou poema-canção
Talvez eu nunca seja lembrança
Certo que nunca fui também criança
Mas provável que um dia eu seja.

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E Ver-te Feliz
João Lenjob

Não pode ficar assim
Não sendo dona do teu sim
Não pode só ser um não
Para a tua alegria
Pode o meu coração
Abrir espaço pra tua razão
Que te espera com alegria
Dentro de mim
Abro um sorriso
Para o teu sorriso receber
Enxugar as tuas lágrimas - dever
E ver-te feliz
Um sonho
Para permitir que vivas uma vez
Talvez te acostumes com a ideia
De ser feliz
Para sempre.

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Com Todo Empenho
João Lenjob

Eu te amo
Com todas as forças
Com todo o empenho
Te amo demais.

Eu te amo
Em todos os tempos
Todo o meu destino
Te amo demais.

Eu te amo
Sob a ação da alegria
Ou com toda a tristeza
Te amo demais.

Te amo com todo meu peito
Dentro de minh'alma e respeito
Te amo demais.

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O Queiras
João Lenjob

Deve sorrir para mim
Deve sorrir por mim
E devolvo então para que sorrias
Deve querer a alegria
Deve aceitar a alegria
Eu te dou a minha caso queiras
Mas que queiras.

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Tempos Instrumentos
João Lenjob

Os pés que serpenteiam
E que musicam sobre tempos
Que tocam como instrumentos
E as mãos bailam com as vestes
As pernas cintilam jorrando a alegria
Concentração em alma, em retina
E a sua beleza enfim enfeitiça
Como flor que brinca
Cristalizada, serena, dona
Até que seus olhos me tocam
Me abraçam, eu abraço
Eu amo.

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Pessoas, todos bem? Bom, estou mantendo a minha palavra e atualizando o blog semanalmente e esta semana com uma novidade: o segundo poema tem lírica profunda e completamente drummondiana. O restante aos poucos começam a ganhar a minha cara. De repente depois do próximo livro alguém possa dizer. Na foto comigo um xodó citado nos últimos dias e considerada uma das maiores atrizes de Belo Horizonte, a Ana Gusmão em Baile dos Artistas aqui em Belo Horizonte.
Atenciosamente,

João Lenjob
twitter: @lenjob
lenjob@gmail.com