28 março, 2011

Eu Que Sei o Que é Ter Um Amor, Pé na Esquina, E Ver-te Feliz, Com Todo Empenho, O Queiras, Tempos Instrumentos (2.120)

Eu Que Sei o Que é Ter Um Amor
João Lenjob

Eu que sei o que é ter um amor
E tambem sei o que é perder um amor
E ficar com a lembrança gostosa do odor
Só sobrando do encanto a ferida e a dor
Eu que sei muito bem o que é ter um amor
Tanto sei demonstrar como sou trovador
Sei que nunca serei cantador, cantor
Sei que nunca sentido fará o que eu compor
Mas conheço tão bem o sabor
Do que é ter um verdadeiro amor.

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Pé de Esquina
João Lenjob

Nunca escreveram meu nome
E talvez jamais eu tenha um passado
Passado tempo que nunca passou
Nem biblioteca, livro ou escultura
Busto, letra, jornal ou sepultura
Eu nunca tive um nome
Apenas a certeza de ter nascido
Ou quiçá vivido
Aqui, lá, acolá
Nem certo teve ao menos lugar
Nem em pensamento ou coração
Um pé de esquina ou poema-canção
Talvez eu nunca seja lembrança
Certo que nunca fui também criança
Mas provável que um dia eu seja.

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E Ver-te Feliz
João Lenjob

Não pode ficar assim
Não sendo dona do teu sim
Não pode só ser um não
Para a tua alegria
Pode o meu coração
Abrir espaço pra tua razão
Que te espera com alegria
Dentro de mim
Abro um sorriso
Para o teu sorriso receber
Enxugar as tuas lágrimas - dever
E ver-te feliz
Um sonho
Para permitir que vivas uma vez
Talvez te acostumes com a ideia
De ser feliz
Para sempre.

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Com Todo Empenho
João Lenjob

Eu te amo
Com todas as forças
Com todo o empenho
Te amo demais.

Eu te amo
Em todos os tempos
Todo o meu destino
Te amo demais.

Eu te amo
Sob a ação da alegria
Ou com toda a tristeza
Te amo demais.

Te amo com todo meu peito
Dentro de minh'alma e respeito
Te amo demais.

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O Queiras
João Lenjob

Deve sorrir para mim
Deve sorrir por mim
E devolvo então para que sorrias
Deve querer a alegria
Deve aceitar a alegria
Eu te dou a minha caso queiras
Mas que queiras.

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Tempos Instrumentos
João Lenjob

Os pés que serpenteiam
E que musicam sobre tempos
Que tocam como instrumentos
E as mãos bailam com as vestes
As pernas cintilam jorrando a alegria
Concentração em alma, em retina
E a sua beleza enfim enfeitiça
Como flor que brinca
Cristalizada, serena, dona
Até que seus olhos me tocam
Me abraçam, eu abraço
Eu amo.

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Pessoas, todos bem? Bom, estou mantendo a minha palavra e atualizando o blog semanalmente e esta semana com uma novidade: o segundo poema tem lírica profunda e completamente drummondiana. O restante aos poucos começam a ganhar a minha cara. De repente depois do próximo livro alguém possa dizer. Na foto comigo um xodó citado nos últimos dias e considerada uma das maiores atrizes de Belo Horizonte, a Ana Gusmão em Baile dos Artistas aqui em Belo Horizonte.
Atenciosamente,

João Lenjob
twitter: @lenjob
lenjob@gmail.com

20 março, 2011

O Meu Xodó, Joia Preciosa, Promessas e Juras, Perdão, Mundo Encanta e Na Carona (2.114)

O Meu Xodó
João Lenjob

O meu xodó me abraça
Somente pensando de mim
O meu xodó atua
Me ama pensando em mim
O meu xodó sorri
E eu sorrio o meu xodó
O meu xodó é meu
Sou só do meu xodó
O meu xodó declama
Eu escrevo o meu xodó.
O meu xodó não sabe
Mas é o meu xodó.

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Joia Preciosa
João Lenjob

Joia preciosa
De sorrir pro céu
De iluminar a terra
E adoçar como mel
Rara e graciosa
Pra causar emoção
Se o amor assim gera
Me permite a maior emoção.

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Promessas e Juras
João Lenjob

A mesma ferida
A dor maior
Tristeza na vida
Melancolia de cór
Estou laçado, atado e coitado
Me preservo assim tão distante, constante
Indignado com a minha dignidade
Ferida, presente, mas com ferida
Com fissura pura
Com promessas e juras
E a dignidade fica, vai ficar
Mesmo que eu termine na sepultura.

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Perdão
João Lenjob

Você me pediu perdão
Eu disse que nem precisava
Se errou bastava saber
E a vida assim lhe perdoava
Mas quando enfim eu errei
Você não aceitou meu perdão
Olha que eu nem precisava
Mas me julgou antes de eu pedir
Se questionamos a função de artista
Não cabe o amor compreender
Muito menos ser tão egoísta
Se o que lhe cabia nunca soube entender
Lhe faço o seu destino meu tão longe.

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Mundo Encanta
João Lenjob

Mundo encanta
Encanta mundo e tudo
Tudo encanta
Tudo é mundo
Munda encanta tudo
Desencanta nada
Desencanta tudo
Desencanta mundo
Mundo encanta mundo
Mundo fico mudo
Mundo fico nada
Nada fico tudo
Tudo encanta
Fico mundo mudo.

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Na Carona
João Lenjob

Não tenho expectativa de amar
Mesmo ainda tendo muito amor
Não busco vaidades, modernidades
Embora com a mente porta, que gira, que roda
Que gira mundo e que vira antivida, antisocial
E sou social para todos e sempre
Não político, mas ainda diplomático
Nem sou jogador e nem tenho móveis que voam
Jogo somente com minha vida e em tantas pego carona
Para aprender, saciar e viver sem enlouquecer
Faço-me doente da sem curta correspondência do pensamento.


Para comprar meu livro O Cavalo Livre de Tróia, favor enviar solicitação para o email contatolivredetroia@yahoo.com.br

Pessoas, todos bem? Bom, como sabem, gosto muito de Teatro e tem três atrizes que considero os meus xodós e que ninguém tenha dúvida disso. Fato este que não implica de eu não gostar ou admirar todas as demais, mas por um grau exclusivo de afinidade meus xodós são Paloma Bernardi, Ana Gusmão e minha atrizinha colega Rafaela Lima, que se encontra na foto comigo. Todos os poemas são interessantes na minha opinião e com líricas diferentes. Usei um pouco mais a tristeza nestes. Espero que gostem e não deixem de visitar o Castelo do Poeta ou de ver as atrizes Paloma Bernardi, Glauce Guima e Pipa Cavalcanti, a escritora Ana Letícia Costa (histórica neste portal) e a modelo Lara Morenna em Verso Liso. Vem muito mais por aí.
Atenciosamente,

João Lenjob
twitter: @lenjob
lenjob@gmail.com

13 março, 2011

Navegou, Do Céu, Ao Escrever, Demais, Pelo Menos Um Pouco, As Minhas Palavras (2.108)

Navegou
João Lenjob

Passou como uma nuvem, passou

Deixou a respiração se ofegar
Iludiu que iria se realizar
E para sempre se foi
Chegou com afinidade, chegou
Até fez-se se apresentar
Cumpriu o papel só seu
E a vida se deixou fantasiar
E para sempre se foi
Assim meu coração navegou
Pelo mar navegou
E tão só, navegou.

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Do Céu
João Lenjob

Venho do céu

Trouxe a alegria do céu
E o ar tão puro
E todas, mas todas as estrelas
Para enfeitar a sua vida
Venho do céu
E o trago embrulhado
E o laço apertado de amor
Tudo tão puro
E como é evidente o sentimento
E o que dei a você.

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Ao Escrever
João Lenjob

Foi com um pedaço de papel

Que me conquistou
Foi amando, de lá,do céu
Que me declamando
Sorrindo
Vivendo
Serenuindo
E foi gostando
Olhando
Pensando
Que senti-la ao escrever
E parecia então
Que escrevia pra você.

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Demais
João Lenjob

Me dou demais

E nada sobra
Ne com nada fico
E ninguém retribui
Ninguém me dá
E nem demais
E nem de menos
Não dá.

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Pelo Menos Um Pouco
João Lenjob

Não tenho culpa de amá-la tanto

De vê-la diariamente e reduzir-me a um canto
E tê-la a encenar e não para mim
Mas é como se fosse
E também culpada
Mesmo não me amando tanto
Podia amar tão pouco ou apenas amar
Quiçá, ter-me seu coração
Pelo menos um pouco
Sem fé,sem esperança
Mas de coração.

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As Minhas Palavras
João Lenjob

Quero-te para mim

Somente para mim
Quero ver a beleza do teu olhar
Quero-te assim
Sorrindo só assim
Tendo as minhas palavras e te amar
Declaradas para mim
Olhadas para mim
Eu te amo
Quero-te sentindo
Porque estou sentindo
E estou vivendo por fim.

Muito bonito o que a querida amiga e promessa de grande escritora falou de mim em seu blog depois de receber minha homenagem. Vejam em seu blog Teté Louise.

Pessoas, esta comigo é uma das mais vibrantes pessoas que conheci. A Rita encontrou um fragmento de um poema meu num Shopping (ambiente que não costumo frequentar), procurou no google, me encontrou no meu blog, me enviou um email e ainda no último Natal comprou uma penca de livros. Assim, pelo esforço, pela amizade criada, se tornou uma das pessoas mais espciais em minha vida. Deixo aqui também meu abraço a seu pai, também escritor e que me presenteou com um livro, o João Corrêa de Almeida.
Visitem o Castelo. Tem muita coisa interessante lá. É só clicar AQUI.
Vários artistas declamando meus poemas do próximo livro, o Verso Liso. Cliquem AQUI.
E para comprar meu livro é só enviar um email para contatolivredetroia@yahoo.com.br.
Atenciosamente,

João Lenjob
lenjob@gmail.com
twitter: @lenjob

21 fevereiro, 2011

Cândidas Expressões, Mar de Emoções, E Eu Amei, Mesmo Assim, Rosas em Mim e Um Pouco a Mais (2.1020

Cândidas Expressões
João Lenjob

Descanso minhas retinas
Apreciando tua alva pele
Tua pétala de neve
E teus cachos brilhantes
Teu sorriso tímido
E teu olhar tão penetrante
Descanso o meu sorriso
Agradecendo a tua primavera
Gratificado pela tua beleza
O teu carinho canduro
E tuas expressões tão cândidas.

Vejam como está bombando o Castelo do Poeta
Vejam a belíssima atriz Paloma Bernardi declamando Num Pedaço de Papel
Vejam a outra belíssima artista Pipa Cavalcanti declamando Na Fotografia

Mar de Emoções
João Lenjob

Pelo prazer de amar renasceria
Reviverira ou me reinventaria
E modelaria a um destino nosso
E um mundo com o seu sorriso
Um céu com o seu olhar
E um mar de minhas emoções.

A deixaria voando, alando
Sonhando, comigo sonhando
E pensaria de novo
E nunca outra dor outra vez
Como se assim para sempre
E eternamente o nosso amor.

Vejam como está bombando o Castelo do Poeta
Vejam a belíssima atriz Paloma Bernardi declamando Num Pedaço de Papel
Vejam a outra belíssima artista Pipa Cavalcanti declamando Na Fotografia

E Eu Amei
João Lenjob

Eu que vi a flor brotar
E em meu coração apareceu
Sempre encantando o céu
Com seu jeito nobre enfeitiçar
Eu a amei.

Tanto encanto eu conheci
Sentimento renasceu
Eu me apontei, girei pro céu
E fiz das palavras declamar
Eu a amei.

Seu jardim é o meu coração
Enfeitado como se deve ser
Meu corpo o seu céu
Que só ela sabe então cuidar
E eu a amei.

Vejam como está bombando o Castelo do Poeta
Vejam a belíssima atriz Paloma Bernardi declamando Num Pedaço de Papel
Vejam a outra belíssima artista Pipa Cavalcanti declamando Na Fotografia

Mesmo Assim
João Lenjob

A vida fica tão completa
Tão florida e tão repleta
Com você perto de mim.

Da forma como me acerta
E eu tão pobre sou poeta
E você tão perto assim.

Seu olhar que me chama
Que assim também me clama
Você é hoje parte de mim.

Você que é a minha dama
Que me adora e não me ama
Mas que amo mesmo assim.

Vejam como está bombando o Castelo do Poeta
Vejam a belíssima atriz Paloma Bernardi declamando Num Pedaço de Papel
Vejam a outra belíssima artista Pipa Cavalcanti declamando Na Fotografia

Rosas em Mim
João Lenjob

És a joia fascinante
De pureza irradiante
És assim um sonho meu
Sonho infante e tão distante
Cintilante, impressionante
Mas eu juro que é só meu
Como um anjo que caiu do céu
Uma chuva de rosas em mim
O prazer de sua doçura, postura
A sua escultura, cultura, tão pura
Em mim.

Vejam como está bombando o Castelo do Poeta
Vejam a belíssima atriz Paloma Bernardi declamando Num Pedaço de Papel
Vejam a outra belíssima artista Pipa Cavalcanti declamando Na Fotografia

Um Pouco a Mais
João Lenjob

Com saudade e vaidade
A presença de seus olhos
Um sorriso e um desejo a mais
Tanto brilho em castidade
Sonho intenso, sinceridade
Com você eu quero sempre mais.
Quero vê-la
Quero tê-la
Quero sempre ao meu lado
E jamais então esquecer
E vivê-la eternamente
Tão vidente, amavelmente
E assim e um pouco a mais.

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Pessoas, todos bem? Bom o Castelo está bombando e eu organizando meu próximo livro. Não tem como ser dois, mas não deixei aqui na mão. Seguem seis poemas inéditos e ainda as dicas do Castelo. Quero agradecer demais aos apoios da Pipa e da Paloma. São duas artistas ponteiras, lindas, talentosas, expressivas e que estão dando mais graça ao projeto do livro Verso Liso. Em breve abro aqui o outro apoio, que deve vir de Nova Era. A Pipa na qual me refiro está nesta foto comigo e a Paloma, fazendo Alice em Insensato Coração. Vale a pena conferir. Estas últimas semanas foram também doídas pelas perdas dos grandes atores Leléo Scarpelli e Zeca Santos. Dois entes da alegria cênica mineira.
Felicidades a todos!

João Lenjob
lenjob@gmail.com
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08 fevereiro, 2011

Ana Helena, Amo, Perpétuo Poema, Chave e Fechadura, Covardia e Nome e Amor Seguido (2.096)


Ana Helena
João Lenjob

Ana Helena assim chegou
Fez do peito a emoção
Que do poema se aproximou
E pegou junto o coração
Com o encanto de verso atriz
Inaugurou a inspiração
Fez do olhar bem mais feliz
E da arte a maior dedicação
Ana Helena aqui chegou
E legou jura de novo lar
Tão doce e bela assim ficou
E certo estou aqui fai ficar
Sua escultura assim tocou
Tão breve pura sempre há de tocar.

* O Lustre - Peça da Ana Helena em Belo Horizonte com cobertura do Castelo.

Não deixem de visitar o Castelo cheio de novidades clicando Aqui. Foi inaugurado lá também o quadro Verso Liso com leitura da minha querida e doce companheira Pipa Cavalcanti.

Amo
João Lenjob

Amo,
Como se pra vida toda
Se não existisse hoje
Quiça desvencilhar no amanhã
Quiçá fosse sempre a sua cor
Ou seu jeito nobre de me amar
Com as palavras que nasceram para mim
Mas só que você sabe falar
Me fazendo para sempre assim dizer
Amo,
Como se você fosse só meu
E nunca outra vez de outro alguém
Como se fosse-me assim tão receitado
Ou de uma cura precisasse enfim
Porque é mais que a vida toda para mim
É mais que o segredo que guardei
E cada palavra não citada
Gritada, falada, travada, sentida
Amo.

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Perpétuo Poema
João Lenjob

Eu sabia
Desconfiava
Porque o sentimento veio duvidoso
Formoso e garboso
Entretanto mentiroso
Gostoso e imagino: penoso
Esperava ansioso
Aguardava o perpétuo poema
Mas que chegou faltando versos.

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Chave e Fechadura
João Lenjob

Tão definida
Modelada e pronta
Mas não minha
Tão idolatrada
Exemplificada
Mas ainda não minha
Tão viva e generosa
Chave e fechadura
Tão só minha escultura
Tão evidente e pura
E eternamente minha.

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Covardia e Nome
João Lenjob

Se eu sou insignificante
Por não ser constante
Ou quimera tão infante assim.

Eu nunca fui covarde
Nunca lhe fiz alarde
Eu só fui uma verdade enfim.

E aquela poesia terna
Só para mim foi eterna
Recebeu tão moderna por fim.

E sou homem e ponto
Mas eu não vim pronto
E este conto agora tem um fim.

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Amor Seguido
João Lenjob

Pode um amor assim doído
Tão presente e empedernido
Fiel e bem desprotegido
Sem ser tão compreendido
Mesmo que certamente surgido
Esperado e entendido
E que um dia sim será vivido
E talvez um dia seguido.

Pessoas, peço perdão pelo atraso, mas viajei este final de semana. Estão aí mais seis poemas e espero que gostem. Não deixem de visitar o Castelo cheio de novidades clicando Aqui. Foi inaugurado lá também o quadro Verso Liso com leitura da minha querida e doce companheira Pipa Cavalcanti. Confiram. Continuem comprando meu livro enviando um email para contatolivredetroia@yahoo.com.br. Adorei fazer este poema pra minha querida amiga atriz Anninha Campos. Ela é toda gentil mesmo, assim como na foto.
Atenciosamente,

João Lenjob
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lenjob@gmail.com