14 setembro, 2010

Novo Dia, Te Amo Luar, Nem Se Despediu, Todos os Lados e Sorri com a Alma (1.510)

Novo Dia
João Lenjob

Começo a escrever como se começasse a viver
Cada verso rimando certo a cada universo
E o dia começa em cada poesia
E cada amor único para o resto da vida
Assim a poesia recomeça com um amor pronto
O amor novo de todo dia do mesmo amor
A respiração ofegante de cada alegria
De cada bom dia de um dia que começa.

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Te Amo Luar
João Lenjob

Te amo luar
Te espero sempre
Vigio o céu
Me aborreço com nuvens
E muito mais com chuvas
Pois me impedem de namorá-lo
Nem tenho a ansiedade mais comovente
A alegria mais emocionante
E a tristeza se eterniza mesmo por pouco tempo
Molha o peito e fere a alma
Sangra os olhos e a esperança.

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Nem Se Despediu
João Lenjob

Você me deixou e nem se despediu
Me deixou a esperar e parece: sorriu
Todo o meu amor não lhe suprimiu
E o meu coração todo se comprimiu
A vida não sei, acho que me engoliu
E o amor que eu dei penso que não lhe serviu
Mas foi o seu sentimento que em mim sumiu
Da minha parte o seu encanto já diminiui.

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Todos os Lados
João Lenjob

Tua beleza é tamanha
É beleza mundial
Tão grande que não cabe em meu olhar
Assim vejo, repito, "reolho", revejo
E contunha não cabendo
Então acompanho você por todos os lados
E busco a cada perda, não a deixo
Procuro, corro, alcanço, perco e alcanço de novo
Ainda assim não cabe em meu olhar
Que chora, briga, se entristece mas no fundo é feliz
Porque mmesmo não a tendo inteira
Tem sempre a sua beleza.

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Sorri com a Alma
João Lenjob

Se não a tenho passo a sofrer
Faltam-me lirios
Sobra-me a melancolia
Falta-me texto
E sobra a triste poesia
Da vida, tão lida, até que linda
Rica para um resultado tão pobre
Comprimida para uma vida tão nobre
Que sente com o peito
Sorri com a alma.

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Pessoas, todos bem? Hoje foi uma loucura. Perdi por motivos técnicos todos os poemas prontos para o blog e não ia lançar até que decidi escrever outros cinco. Na foto comigo a atriz e produtora de teatro FernandaBotelho. Espero que gostem!
Atenciosamente,

João Lenjob
lenjob@gmail.com

13 setembro, 2010

Erros e Acertos, Escrever a Vida, Pela Metade, Candelabro e Te Queria (1.505)

Com Rodrigo, Clara e Juninho - Só familia

Erros e Acertos
João Lenjob

Confia em mim amor
Eu só cheguei trazendo os seus olhos
E deixei em você o proprio sentimento
Aquele mesmo que você me deu.

Tem tanto tempo amor
Eu sinto tudo e também não sinto nada
Eu ensino pra você tudo sobre o amor
Mas nem sabe que aprendi foi com você.

E foi assim amor
Apreciando e colhendo todos os passos
Reconhecendo os erros e tantos acertos
Que hoje amo mesmo sem saber amar.

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Escrever a Vida
João Lenjob

Não dedico a minha vida a escrever
Mas sim na vontade extrema de entender
Perco-me na vida olhando as pessoas
Me encontro nelas sempre um pouco de mim
E me deixo inspirar de tanto amor
Vejo o que sentem e acabo sentindo junto
Sinto a dor e alegria por conjunto
E assim mesmo consigo me inspirar
Dedico tempos a me fazer de pobre
Escrevendo as experiencias que a vida tem.

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Pela Metade
João Lenjob

Não sou pra você amor
Eu sou bem tranquilo
Você é agitada
Eu sou tão poeta
E você tão amada
Gosto das noitadas
E você das baladas
Eu sou tão na minha
Você tão cogitada, agitada.

Mas sabe amor?
Eu sou a franqueza e toda verdade
Sou sua pureza sem ter vaidade
Sou o brinquedo, segredo, certeza.

Eu sou um sonho e também sonhador
Sou para sempre e não por um tempo
O amor inteiro e não pela metade.

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Candelabro
João Lenjob

Te idolatro
Te coloco em candelabro diamante
Te tempero com sentimento de vaidade
E te espero, te quero, te vivo.

Te desejo
Te coloco em pedestal, és joia rara
Te pertenço à minha vida sem que saibas
Te penso, me penso, por ti pensamos.

Te respeito
Te coloco no mais belo porta-retrato
Te entendo, te compreendo, te refaço
Me refaço, me renasço, te venero, te amo.

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Te Queria
João Lenjob

Te queria todo dia
Mesmo que chorando, te queria
Pra abraçar-te o corpo
E beijar-te os labios, te queria
E levar-te ao céu
Caminhar nas nuvens, te queria
Te queria todo dia
E todavia, todo dia da semana
Te queria ensinar de novo o dia
E dormir contigo toda noite
De novo todo dia te queria.

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Pessoas, todos bem? Pois é. Passei dos 1.500 poemas pessoais aqui. Agora nova caminhada e já lanço mais Cinco hoje. Espero que gostem.
Atenciosamente,

João Lenjob
lenjob@gmail.com

12 setembro, 2010

Ana Clara, Siddartha, Aroma de Jasmim, Estou Aqui e Bela (1.500)

Ana Clara
João Lenjob

Ana Clara
Da luz que enfeitiça
Da perfeição que chama
Da luz que discretamente pede
Um abraço, um olhar -
Ana Clara
Que ilumina com o brilho do sol
E deixa qualquer horizonte mais formoso
É Clara, é Ana -
Clara
Com a imensidão do amor
E a presença em todo momento
Do seu sentimento -
Ana Clara.

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Siddartha
João Lenjob

Rica, de simpatia
Tanta gentileza se criou
Siddarta lá no céu é a flor
E no meu divino um jardim.

Viva, de alegria
Siddarta do incrível eterno
Do sorriso mais terno
E do olhar mais sinelo.

Siddarta, de magia
Com a educação e energia
E o generoso do belo
Do encanto que nunca se desfaz.

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Aroma de Jasmim
João Lenjob

Se não te tenho em vida
Guardo pelos sonhos
Uma lembrança enfim.

Antes que eu te perca
Ou nunca aconteça
Algo entre ti me é assim.

Se não me pertences
És da minha esperança
E isto não tem fim.

És porcelana que me enfeita
Ou o encanto mais cristalino
Ou um tal aroma de jasmim.

Porque eu te quero tanto
E tua presença canto
Sei que brotaste em mim.

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Estou Aqui
João Lenjob

Eu estou aqui
Eu estou esperando amor
Você sabe disso
Não precisa sair outra vez
Mas se não quiser
Não tem que ficar
Nem me agradecer ou esperar
Não vou agradecer
Eu já não tenho nada amor
Nada a oferecer
Nem para ganhar
Se for mesmo ir
É só me avisar
Não me deixar aqui
Tendo que aguardar.

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Bela
João Lenjob

És tão bela que ri a lua
Que mexe com o céu
E o oceano fica cimento.
És tão bela que as ondas choram
Emocionadas por uma vez
De ver-te nelas adentrar.
És tão bela como um jardim
Que nenhuma flor gosta
Ter que ser uma só.
És tão bela que as palavras
Que eu não escolhi
E não poderão jamais te superar.

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Pessoas, Todos bem? Bom, voltanso ao Mulheres de Lenjob acima a prima Ana Clara, filha do Juninho e da Cíntia e em seguida a Siddarta, esposa do primo Rodrigo. A familia Carneiro voltando quente ao projeto. Em seguida três poemas. Espero que gostem.
Atenciosamente,


João Lenjob
lenjob@gmail.com