31 agosto, 2010

Vivi, Plateia, Não Quero Mais, O Seu Bem e Sorriso Só Meu (1.475)

Vivi,
A luz dos olhos meus
O amor em uma mulher
O sorriso quando eterno
Generoso, terno e belo.

Vivi,
Que enobrece cada vida
E alegra o sentimento
O jeito mais singelo
Garboso, correto e gentil

Por me fazer grato, Vivi
Por me deixar poeta
Por ser minha poesia.

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Plateia
João Lenjob

Depois da tristeza o reencontro
A despedida se perdeu
E junto toda a tempestade
E no meu peito a alegria
Na minha alegria a sua
E vivo plateia do seu sorriso
Fico exaltado de prazer
E coberto de emoção.

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Não Quero Mais
João Lenjob

Eu já te amei como ninguém amou
Não quero mais
Até me arrpendi,
E já fiz tanto o que ninguém fez
Não faço mais
Quero que encontres bens os teus
E nada me importa
Nem me importará.

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O Seu Bem
João Lenjob

Eu falei da primavera
Já chamei de princesa
E citei do seu amor
Comentei do sentimento
Até que pedi para mim
A queria só para mim
Para eu sempre cuidar
E regar, usar, apreciar
Enfim usar para o seu bem
Assim justificar o meu.

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Sorriso Só Meu
João Lenjob

Que na hora certa
Você me chegou
Junto a um encanto
E me impressionou
Veio com carinho enorme
Olhar que mais sincero
E o sorriso tão meu
Veio com encanto eterno
Um talento nato
Do jeito que é seu.

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Pessoas, Todos bem? Bom, o primeiro poema super merecido inspirado na querida amiga Vivi, daqui de Beagá. Uma pessoa literalmente fantástica, além de belíssima. Os outros quatro são de fato meio parecidos, mas uns alegres e outros tristes. Espero tê-los agradado.
Atenciosamente,

João Lenjob
lenjob@gmail.com

30 agosto, 2010

Nosso Caminho, Sua Valsinha, Dos Teus Olhos, Poesia Grata, Preparada (1.470)

Com a querida Larissa em Belo Horizonte

Nosso Caminho
João Lenjob

O destino nos olhou
E nos deixou tão longe
Deu um amor que nunca amou
E alegre meu caminho fez.

O destino nos legou
Me deixou o sorriso seu
Lhe deu minha poesia
E alegre seu caminho fez.

O destino nos tocou
Juntou verso e universo
O sentimento que mais novo
E alegre nosso caminho fez.

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Sua Valsinha
João Lenjob

Canto a sua prenda
Para qu seja minha
Do amor sem renda
Da luz que caminha.

Conto a sua venda
Porque sabe qu advinha
Nunca fui lenda
Mas sim sua valsinha.

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Dos Teus Olhos
João Lenjob

Tenho saudade dos teus olhos
Quando concentrados em mim
Procurando precisamente os meus
Encontrando o que não tem alcance
Chegando ao infinito das íris
E se entregando a cada retina
Sorrindo com os meus
Amando.

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Poesia Grata
João Lenjob

De natureza garbosa
Alma preciosa
E jeito encantador.

Com encanto brilhante
Olhar cintilante
Que me permite trovador.

De corpo formoso
Sorriso gostoso
E um jeito de flor.

És a minha eterna luz
Minha grata poesia.

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Preparada
João Lenjob

Estais preparada
Já podes amar
Estais prometida
Agora deves encontrar
(Valorizando)
Tudo o que foste
Tudo o que és
Com paciencia e coração
E com amor e emoção.

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Pessoas, Todos bem? Bom, escrevi cinco poemas distintos, sendo que os três primeiros são de fato Poesia. Todas as líricas são ao meu estilo. Espero tê-los agradado.
Atenciosamente,


João Lenjob
lenjob@gmail.com

29 agosto, 2010

Eloá, A Emoção Maior, Jeito Simples de Amar, Diabo no Corpo e Pessoa Carinhosa (1.465)

Eloá
João Lenjob

Faz da vida mais bela
Encanta com propriedade primaveril
Jorra a alegria a cada retina, Eloá
É o sonho menina, me ensina, Eloá
Que o céu se aproxima
E o mar chora de felicidade
A natureza fica infinita
E a imensidão se parece com amor, Eloá.

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A Emoção Maior
João Lenjob

No sorriso seu que me toquei
Da felicidade aventurar
E correr por esta busca
Que montou na emoção maior
Que vivo a emoção maior
Encontro com a sua alma
Que sorrindo chove em mim.

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Jeito Simples de Amar
João Lenjob

De tão pobre
Brincando de tão nobre
Enfentei mundo e mais que mundo
Até encantado ficou príncipe
Era um conto eterno
Pouco durador e triste
Eu vivendo momentos de princesa
Num sonho que não tinha fim
Com carruagens vivas
O vestido mais bonito
O palacio que de deuses
Mas num fim trágico sem calçado
Uma bela peça de cristal
A volta pra casa era triste
De um amor sem sonhos
Mas esperança numerada
E como sorteada me encontraram
Com o premio principado
Com meu jeito reconhecido
E meu jeito simples de amar.

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Diabo no Corpo
João Lenjob

Tens rosto angelical
Mas guardo diabos no corpo
Tem jeitinho de moça
Jeito de mocinha
Mas no sangue corre uma mulher
Fervendo com tua pele
Pedindo como todo o corpo
Enquanto não corro todo o pensamento
O corpo permanecia a arder
Suplica por outro
Almeja por prazer.

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Pessoa Carinhosa
João Lenjob

No passado me pediu socorro
E ao seu lado sempre estive
Porque senão, cê sabe eu morro
Por isso até virei detetive.

Agora salva, me abandonou
Como se de fato eu fosse nada
A minha palavra esnobou
Deixou minha alma desconsiderada.

Só me chamam de poeta
Mas de fato sou normal
Não me habilito da coisa certa
Tento agir no natural.

Sou de alma generosa
E não é por escrever
Não sou pessoa carinhosa
Mas posso aprender a ser.

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Pessoas, Todos bem? Bom, Cinco poemas novos e diferentes. Fia um meio Cindero e o segundo foi em homenagem a super Kelly, minha bela e generosa amiga. Espero tê-los agradado.
Atenciosamente,


João Lenjob
lenjob@gmail.com

26 agosto, 2010

Aldine, Jeito Sereno, Cometa, Sonhos Sob Controle e Algo Além de Mim (1.460)

Nova Era

Aldine
João Lenjob

Teve a partida
Fiquei sem despedida
Mas tenho seu sorriso na lembrança
Mas o poema não coube pra ele na esperança
Enfim foi-se um enanto
Encanto com jeito elegnte
com vestido preto
E o olhar companheiro
E enquanto o guardei para mim
Permito que seus versos agora vão
E que cheguem ao encontro de seus olhos.

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Jeito Sereno
João Lenjob

Do seu jeito sincero
Que tanto me enobrece
Da forma como espero
E sempre acontece
Do modo como eu quero
E até pedi numa prece
Do sei jeito todo meu
Que a vida analtece
Tão meu que já é teu
E que me arrefece
Que nunca se esqueceu
Nem todo mundo conhece
Reconhece.

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Cometa
João Lenjob

No passar do cometa
E toda ansiedade
A compreensão meteórica
O coração mais atômico
Respiração catastrófica
E o mundo biônico
Fuga fugaz
Sem olhar pra trás
Sem curiosidade biotônica.

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Sonhos Sob Controle
João Lenjob

E seu eu pudesse controlar meus sonhos
E sem precisar sonhar contigo
Se eu soubesse o caminho fácil para renascer
Recomeçar para viver
Ou aprender.

E se eu pudesse controlar os teus sonhos
Sem que precisasses amar comigo
E nada de tua vida se refazer
Viver pra recomeçar
Ou ensinar.

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Algo Além de Mim
João Lenjob

Me deixaste amor
Agora nada queres
Me deixaste gostar
E agora só sofrer
E agora nada queres
Me deixaste acreditar
E até sonhar
E agora não deixas mais
Não sou progresso
E nem vou até o fim
E um dia eu sei
Ouvirás algo de mim.

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Pessoas, Todos bem? Bom, Cinco poemas novos e diferentes. O primeiro é homenagem que seria uma das Mulheres de Lenjob caso eu não tivesse perdido a nossa foto e ela ter falecido em abril. Infelizmente só fiquei sabendo ontem. O segundo é literalmente uma poesia. No resto as venturas da vida. Espero tê-los agradado. Créditos da foto à Vale. Esta é Nova Era, minha estimada terra. A parte direita entre as duas pontes é o Centro da cidade, onde cresci. A BR em epígrafe é a 381. No quadrante superior direito direciona Belo Horizonte, João Monlevade e abaixo à direita, quase centro Ipatinga, Governador Valadares, Salvador. À direita da BR o destino é a cidade de Itabira, terra do inesquecível, imortal e sempre poeta Carlos Drummond de Andrade e de tantos outros amigos, assim como as cidades acima citadas.
Atenciosamente,


João Lenjob
lenjob@gmail.com

25 agosto, 2010

Segredos, Olhares Brilhantes, Minha Temperatura, Vontade Eterna e Dores (1.455)

Com a Super Artista Plástica Andreza Nazareth em Belo Horizonte

Segredos
João Lenjob

Hoje eu acordei
E tive a vontade de te ver
De tocar a tua pele
Alcançar teus labios
Roçar teu corpo meu
E te abraçar.

Hoje eu vivi
Com tua vontade intensa
Os desejos imensos
Com olhar vigia
E mãos tão bandeirantes
E te prestigiar.

Hoje eu dormi
Para lembrar-te todo dia
E sonhar-te novamente
Abençoar a minha vida
Conquistar a tua
Conhecer teus segredos
E te possuir.

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Olhares Brilhantes
João Lenjob

Porque já foste
E assim me deixaste?
Da tristeza que ficou
E da forma como o sonho nasceu
Permanecendo livre e alegre
E nunca verdadeiro
Sempre derradeiro
Poeta em mim
Trovador em mim
Sonho literario
Criador de esperanças
E de olhares brilhantes.

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Minha Temperatura
João Lenjob

Ventila em mim
Renove o teu calor
E me possue
Me vive
Porque assim te amo
E entendo, te entendo
E assim enfeitando a alma
Ornamentamos corações
Justificamos o amor
A minha temperatura
Imperativa.

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Vontade Eterna
João Lenjob

Fez-me olhar para você
Enxergar o sol
Um brilho tão efusivo
E alva claridade
O sorriso com cores
E doçura apetalada
Doura aveludada
O pensamento constante
Da vontade mais eterna.

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Dores
João Lenjob

São dores que eu não conhecia
E que jamais esperei
Raras como só elas
Intensas por suas fiéis naturezas
Dores que invadiram minha alma
E dilaceraram meu coração
Serpenteando o forpo
Costurando todas as veias
E ferirem todos os tempos.

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Pessoas, Todos bem? Bom, Cinco poemas novos e diferentes. Estou agora a 45 textos de alcançar 1500. Vai chegar logo. Espero tê-los agradado.
Hoje tive o privilegio de ter sido agraciado com um presente, uma obra da maior artista plástica de minha opinião, que é a minha semi-conterranea Andreza Nazareth e parceira no Versos e Traços. De artista para artista!! Obrigado Andreza!
Atenciosamente,

João Lenjob
lenjob@gmail.com