30 janeiro, 2008

Veia a Veia

Veia a Veia
João Lenjob

O céu é a luz que me semeia
A tristeza se reduz quando o dia se clareia
O seu amor me conduz e você não presenteia
Sei que nunca lhe propus mas minha vida lhe nomeia
Com tudo o que já compus, farei a vida inteira
Porque sempre me seduz quando a solidão me arreia
Por isso se deduz que me envolve veia a veia
Se estrelas não lhe pus, você me vem com lua cheia
E se faço jus, é porque o amor seu é minha ceia.

Pessoas, todos bem? Eu gosto demais desta poesia. Acho fantástica! Espero que a considerem como eu e que a compreendam como eu. Na foto o grande amigo, talentoso artista e atleta Gibran Cunha, também no extinto (uma pena) Seven Bar e namorado da nossa ilustre atleta representante do blog Fabiana Beltrame. "Gentessssss" boas demais!
Parabéns hoje pro Igor Pereira de Nova Era, amigo de anos e anos também e embora "anos", seja muito mais novo que eu. Felicidades!!!

Fabiana Beltrame -FÉRIAS

Fabiana Beltrame já treina intensamente para os Jogos Olímpicos de Pequim, na China. No Rio há alguns dias, ela me disse hoje que lá chove a dez dias, mas não entrei em pauta se isso é bom ou ruim. Mas o importante é que o blog agora está novamente em favor e torcida para nossa nobre remadora. Rumo ao Ouro Fabiana. Gibran... grande abraço!!!

A melhor alternativa de prestigiar a maior Remadora da História do Brasil, através de meu blog, é entrando em sua comunidade no Orkut, clicando AQUI. O Remo e o Esporte brasileiros agradecem e a minha poesia também.

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29 janeiro, 2008

Sua Rotina

Sua Rotina
João Lenjob

Vem meu amor
Eu tenho razão
Tinha opção, mas não quero
Quero é ter você, ao meu lado e a me querer
Ser o seu amor
Galgo o Everest
Se você for a lua eu sou astronauta
Se for fogo sou paixão
E não tem perdão
O seu coração tem dono
Sou quem quer e não quem sabe
Quando alegra a minha retina
Felicito o seu estar, ser e viver
Faço da sua rotina
A magia de querer encontrar e sonhar.

Pessoas, todos bem? Esta foto foi outra no Seven e comigo só a Fabiana Beltrame desta vez. A poesia é diferente, saudosa e feliz.

Parabéns hoje para três amigas distintas. A bela Fernanda eu conheci em Ouro Preto há mais de dez anos e até hoje mantenho uma amizade pura e fiel com ela. A bela também, Marielle também é outra do mesmo gênero de amizade. Conheci através do primo Breno e as duas já passearam por Nova Era há anos atrás em festas que lá aconteciam. Inclusive as duas, mesmo sem saber, estava no meu aniversário lendário da casa de minha avó Lydia, de 1996. Quanto tempo!!!! Felicidades pra vocês. Parabéns também para minha colega da Revista Trapiches, a Alê Quites. Felicidades pra você também!

28 janeiro, 2008

Compromisso

Compromisso
João Lenjob

Marcaste um compromisso
Com Hora e também lugar
O que jamais poderia negar
Mas briguei com a natureza
E a tempestade até me pegou
Corrida e contratempo
Fiquei sem tento pra negociar
Então sem muita alternativa
A bolsa veio a arrebentar
Meio a tanta tentativa
Muito frio e todo ensopado
Mas você em primeiro lugar
Relógio estava apressado
Mas com tempo de chegar.

Enfim destino pronto
Tão nobremente cumprido
O que viemos a combinar
E você me avisa não vir mais
Só porque iria se atrasar
Agora não vou-me embora
Vou beber o que era nosso
E você vai ter que esperar.

Pessoas, todos bem? Esta foto foi no Seven e comigo estavam Gibran Cunha, Fabiana Beltrame e minha prima Mariana. Como bem comentado durante a foto. Tirei esta em homenagem ao sempre apoiador do esporte brasileiro, o primo e pai da Mariana, Zé Roberto, lá de Nova Era, filho de meu saudoso Tio Zé Canoa. A poesia é interessante. Diferente também. Abraços e até mais!!

Parabéns hoje para Tia Leila e Tia Luiza, uma dos lado dos Carneiros e outra dos Souza. Adoro as duas intensamente. São especiais. Parabéns para Teca, lá da Bahia e meu pedido de desculpas pelo atraso. Parabéns para o amigo Hálisson de Nova Era.

Fabiana Beltrame -FÉRIAS
Fabiana Beltrame já treina intensamente para os Jogos Olímpicos de Pequim, na China. No Rio há alguns dias, ela me disse hoje que lá chove a dez dias, mas não entrei em pauta se isso é bom ou ruim. Mas o importante é que o blog agora está novamente em favor e torcida para nossa nobre remadora. Rumo ao Ouro Fabiana. Gibran... grande abraço!!!

A melhor alternativa de prestigiar a maior Remadora da História do Brasil, através de meu blog, é entrando em sua comunidade no Orkut, clicando AQUI. O Remo e o Esporte brasileiros agradecem e a minha poesia também.

27 janeiro, 2008

Aconteceu no Verão

Aconteceu naquele verão
Maristela Carneiro

Não sei explicar o motivo da atração que aquela árvore exercia em mim. O fato é que sentia por ela um carinho especial. Toda a manhã, ao acordar, eu a contemplava da minha janela com seus galhos frágeis que balançavam ao sabor do vento.Alguns pássaros já tinham, por hábito, pousar nela, mas sem fazer ali o seu abrigo. Na verdade, não chamava a atenção dos que passavam por ela. Reagia às mudanças das estações discretamente. Na primavera, em alguns galhos, surgiam umas flores pequeninas, brancas e rosadas tão discretas quanto ela. No outono, se despia e seus galhos pareciam envergonhados de sua nudez, como uma donzela.Mas, o seu aspecto físico não alterava o que sentia por ela. Vê-la, todas as manhãs, fazia parte do meu ritual, como se algo mágico se desprendesse dela para alterar o meu quotidiano.Assim transcorria serena nossa vida, até que, no verão daquele ano, tudo se modificou. Era uma tarde de domingo, ensolarada; um convite para desfrutar a explosão de luz e beleza, que a natureza nos brindava.Subitamente, o sol desapareceu e, em seu lugar, nuvens negras e gigantescas surgiram, desfazendo todo o encantamento da tarde.Um vento impetuoso, com toda a fúria, arrastava o que encontrava pela frente. As copas das árvores vergavam ao impacto de tanta violência. Ao presenciar tal espetáculo, lembrei-me de minha árvore e corri à janela para vê-la. Seus galhos frágeis se dobravam de um lado para o outro e ela resistia bravamente, suportando toda o peso de uma luta desigual. Impotente, torcia por ela, mas, exaurida pelo esforço, sucumbiu. A sua agonia e finalmente sua capitulação foram um duro golpe, como se algo muito forte houvesse se desvencilhado do meu ser.

Pessoas, todos bem? Esta foto foi no Sítio de meu Tio Willy. Legal, né? A crônica abaixo foi feita pela minah Tia Maristela e de tão bela que é, resolvi pedir a ela para postar aqui. Espero que gostem também.

Parabéns ao primo André Souza, filho do grande primo Adriano. Parabéns para Dário, super cara e promessa do Teatro mineiro. Parabéns para Simone, belíssima amiga que conheci aqui e hoje está em Goiás e para Vanessa, de Nova Era. Felicidade a todos!

25 janeiro, 2008

Na Estação

Na Estação
João Lenjob

Depois de chorar
De entender, viver, acordar
O melhor era pra casa voltar
Recobrar do carinho que a família me deu
Abraçar a vida que um dia deixei
Tentei refazer-me
Complicado foi, pois teu rosto em tudo se encontrava
Teu perfume em todos os lugares eu sentia
E até tua voz soava constantemente em meus ouvidos
Minha expressão pessoal ainda era tua decisão
A nossa decisão, a decisão da vida
Por isso não culpo-te somente
Porque um dia, sei que ainda sabes, eu, resolvi aceitar-te
Sobretudo na estação, um céu novo se abria
Repleto elegantemente de muita esperança
Percebi então que isto também teria a validade de minha aceitação
Não pensava se tinha ou deveria esquecer-te
Criar outra pessoa, modelar ou projetar
Mas tinha que acreditar num novo dia
Numa nova vida, num outro momento
Refazer-me? Não!
Eu tinha mesmo era que renascer
Meu coração que ficou em ruínas acreditava
Talvez mais do que eu, pelo medo insensato de pensar
Medo de amar, de querer, de viver
Medo até de ser feliz
Este era o maior realmente medo
Era acreditar que sem tua presença eu poderia ser feliz
E egoísta, que não poderias ser feliz sem mim.
Pobre ignorância.
Pobre pecado em que me coloquei, me situei
E depois ainda saciei.
A lágrima era conseqüência da inocência
Que tive que ver meu, tudo o que doaste um dia.
Mas o movimento das pessoas entrando no trem não me iludia
Estava concentrado na dor presente
Estava vivendo uma dor que era crônica
O destino só me guardava mesmo, a esperança
O que era muito bom, pois da vida, não tinha nada
Ingrato era acreditar que uma magia feriria tanto
E este realmente parecia o meu fim
A viagem pra casa fora longa e sinuosa
E a esperança também “sinuou” meu pensamento
Por hora até acreditei na natureza
No verde das montanhas
No brilho das límpidas nascentes
Na riqueza daquele filme que eu me retratava
E mesmo assim tão belo
Era eu a estragar o tamanho do encanto divino
Assim agradecia veemente a natureza
Mas ela não fazia o mesmo por mim
Por minha melancolia e orgulho
A cooperação foi tanta que o sol veio também me ver
O céu claro, limpo, belo e vivo
A miscelânea também existia dentro da locomotiva
A uniformidade de sua velocidade me deixava concentrado
O que era ruim
Mas as caminhadas, sem fontes, dos passageiros me satisfazia
Num mundo de gente diferente
Será se alguém ali sofria como eu?
Era abuso demais acreditar na realidade
Duvidar, questionar, tudo.
Mas eras ainda a minha realidade
E tão logo percebi que não merecias a minha dor
E um sentimento muito rico meu para um teu tão pobre
Era um amor tão nobre meu para um teu tão nanico
Eu poderia desfrutar do amor que ali me era apresentado
O amor à vida, o amor à esperança
Novamente a viagem me ensinou
Porque tudo aquilo me fazia bem e querer-te me fazia tão mal??
Porque viver-te? Porque amar-te?
Amar a vida, a natureza e o que eu tenho era sim bom
Não tão bom quanto era te amar
Mas as proporções menos negativas e doídas
Com sentimento mais correspondido
Que cria chances de novos sentimentos e novas pessoas
E assim, amar nunca tinha sido tão bom.

Pessoas, todos bem? Esta foto foi no aniversário do meu primo Vinícius e nela comigo, a bela Manu. Pena Manu, nas duas fotos as poesias foram tristes, mas não tem nada a ver com você, viu? Pois é adorável e merece uma poesia alegre, sempre. Espero que gostem da poesia hoje e só vale mesmo se lerem a de ontem. Abraços e até mais!!