20 janeiro, 2006

Clara


Oi amigos, esta poesia eu fiz para a jovem e doce Clara, que é namorada do amigo Thomaz, que passou conosco a virada de ano, A Clara, embora sulamericana, esteve na Espanha a maior parte de sua vida e eu tive o privilégio de conhecê-la nesta passagem do Reveillon (Clara é esta bela moça comigo na foto, fronte à Orla de Copacabana, durante os fogos). Há condições de eu fazer algumas promessas em fevereiro, fundamentais para a minha história. Estive esta semana, acompanhado do Luiz Péricles, assistindo no Mineirão ao Torneio de Início. Mesmo sem ter tido graça, foi interessante, sobretudo cansativo. Espero que estejam todos bem. Volto a pedir que entrem em minha comunidade. Até mais

João Lenjob
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Os.: quem quiser esta foto colorida, favor solicitar-me pelo e-mail joão@robynet.com.br

Clara
João Lenjob

Peço que Clara
Dos olhos claros, Clara
Da alma clara, Clara
Clara que brilha claro
Sorri profundo
Tanta alegria
Pro nosso mundo
Clara da “policiá deitada”
Ou do “parágua”, tão clara
Só Clara
No nosso claro
O sorriso belo
Clara da fotografia
Que sorri profundo
Beleza e alegria
Pro nosso mundo
Somente a vida clara
Quero-te Clara.

14 janeiro, 2006

Carta ao Tom


Amigos, me senti como se eu estivesse chegando com esta carta. Emocionante a visualização, o fato de estar ali onde entrava e saía o Mestre Jobim. Por onde entrou diversas vezes Vinícius. Este foi o momento mais especial da viagem. O mais curioso é que eu fiquei hospedado nesta mesma rua. Embora não tenha feito nenhuma música e nem trabalhado alguma poesia, me senti mais poeta, mais compositor, mais brasileiro, enfim, mais João. Aproveito esta postagem para agradecer a Marina Lage pela estadia, Ao Sérgia e Antônia pela atenção e a Kiko, Thomaz, Carol e Clara pela viagem e companhoa.

Quem tiver disponível estes dias, não deixem de dar uma olhada na “Campanha de Popularização do Teatro” aqui em Beagá. Esta semana eu assisti ao espetáculo “Amadora” no Teatro da Maçonaria e galera, que orgulho ver como brilha, como é talentosa a minha divina amiga Ana Nery, que por sinal tem seu tempero no meu livro. Valeu amigos! Vocês terão muito espaço pra comentar.

João Lenjob
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Carta ao Tom 74
Toquinho e Vinicius de Moraes
Rua Nascimento Silva 107
Você ensinando pra Eliseth
As canções de canção do amor demais
Lembra que tempo feliz ah que saudade!
Ipanema era só felicidade
Era como se o amor doesse em paz

Nossa famosa garota nem sabia
A que ponto a cidade turvaria
Esse rio de amor que se perdeu
Mesmo a tristeza da gente era mais bela
E além disso se via da janela
Um cantinho de céu e o Redentor

É meu amigo só resta uma certeza
É preciso acabar com essa tristeza
É preciso inventar de novo o amor

Feitiço da Vila


Nobres, foi justamente Noel Rosa quem me ensinou a gostar tanto desta Escola de Samba e como podem ver, nada no Rio ficou sem a minha homenagem, a homenagem que já existia. Agora prestem atenção o rumo que tomava este ônibus de lotação. Espero que gostem mais uma vez.

João Lenjob
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Feitiço da VilaNoel Rosa e Vadico

Quem nasce na lá Vila
Nem sequer vacila
Em abraçar o samba
Que faz dançar os galhos do arvoredo
E faz a lua nascer mais cedo
O sol da Vila é triste
Samba não assiste
Porque a gente implora:
Sol pelo amor de Deus não venha agora
Que as morenas vão logo embora . . .
A Vila tem um feitiço sem farofa
Sem vela e sem vintém
Que nos faz bem
Tendo nome de princesa
Transformou o samba num feitiço decente
Que prende a gente.
Lá em Vila Isabel
Quem é bacharel
Não tem medo de bamba
São Paulo dá café, Minas dá leite
E Vila Isabel dá samba,
Eu sei tudo que faço
Sei por onde passo
Paixão não me aniquila
Mas tenho que dizer, modéstia à parte
Meus senhores eu sou da Vila!

Valsa de Uma Cidade


Bom, mais uma homenagem ao Rio. Esta canção abaixo é das antigas e uma das que mais gosto. Não sei se conhecem, mas espero que sim.

João Lenjob
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Valsa de uma cidade
Ismael Neto e Antonio Maria

Vento do mar no meu rosto
E o sol a queimar, queimar
Calçada cheia de gente a passar
E a me ver passar
Rio de Janeiro gosto de você
Gosto de quem gosta deste céu
Deste mar, desta gente feliz
Bem que eu quis escrever
Um poema de amor e o amor
Estava em tudo o que vi
Em tudo quanto eu amei
E no poema que eu fiz
Tinha alguém mais feliz que eu
O meu amor que não me quis
O meu amor que não me quis.

Samba do Avião


Caríssimos, com vocês, Samba do Avião de Antônio Carlos Jobim. Foto tirada no dia 1.º de Janeiro, no Corcovado, Rio de Janeiro, Cristo Redentor, braços abertos sobre a Guanabara. No fundo, além da Baía de Guanabara, um pequeno pedaço da Lagoa Rodrigo de Freitas e visivelmente o Hipodromo da Gávea. Mais abraços!

João Lenjob
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Samba do Avião
Carlos Antonio Jobim

Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, seu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de um minuto estaremos no Galeão
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós
Aterrar.